Stress: resposta do organismo a situações exteriores com intensas repercussões nas diversas áreas da vida própria.
Classificação do stress por acontecimentos:
Muito elevado: morte do cônjuge; divórcio; pena de prisão; morte de familiar próximo; lesão ou doença pessoal; casamento; perda de emprego; mudança de casa.
Elevado: reconciliação conjugal; reforma; doença grave de familiar; gravidez; problemas sexuais; nascimento na família; mudança de emprego; problemas financeiros; morte de amigo chegado.
Moderado: discussões familiares; grande empréstimo; processo legal; problemas com sogros; saída de casa de filho; início ou fim de escola; mudança de condições de vida; revisão de hábitos pessoais; problemas profissionais (patrão).
Baixo: mudança de horário ou condições de trabalho; mudança de escola, de tempos livres ou actividades sociais. Férias, natal, etc.
Perguntas para avaliar fontes de stress:
Fuma; bebe; café; exercício; doente; que elemento novo na sua vida; que mudança na vida em geral; agravamento de problemas antigos na sua vida; alguém próximo com dificuldades; que fase da vida, coisas por resolver (conflitos).
Reacções ao stress:
Emocionais: sentir-se sob pressão; tenso e incapaz de relaxar; mentalmente desgastado; assustado; irritado e queixoso; frustrado, agressivo; em conflito; inquietude; incapaz de concentrar e ter produtividade; tende a chorar; implicativo, triste e desconfiado; incapaz de tomar decisões; tende à fuga e isolamento; medo de iminência de desmaio (descontrolo) ou morte; medo de vergonha social ou do fracasso; incapaz de sentir prazer ou alegria; baixa auto-estima.
Físicas: aumento das pulsações (reacção ao medo para fuga ou ataque e oxigenação do cérebro); tensão muscular; batimentos cardíacos irregulares e acelerados; respiração artificial e superficial; suores; pupilas dilatadas; alerta extremo; alterações do apetite; fraqueza muscular ou tremuras; sensação de enjoo; problemas de sono; agitação; dores de cabeça; vontade frequente de urinar; desconforto no peito; prisão de ventre ou diarreia; cansaço; desassossego; dores nas costas; formigueiro nos pés ou mãos; boca ou garganta seca; sensação de vazio no estômago.
Comportamentais: indiferença; isolamento; indecisão; queixosas, agressivas; hábitos sexuais alterados (mais ou menos); rigidez e obsessão (ilusão de controlo); reactividade desproporcionadas;
Mentais: crenças de desvalorização pessoal; confusão (nevoeiro); fraca noção de auto-eficácia e auto-confiança; dispersão, incapaz de concentração e objectividade;
Espirituais: valores como esperança e fé em claro deficit; dificuldade ou exagero na afirmação pessoal, dificuldade em dar ou receber amor; dificuldade na intimidade;
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Aditividade ao jogo
A aditividade é um comportamento humano que significa incapacidade de gerir as frustrações da vida. O adito é uma pessoa que não tolera as angustias mais “ pesadas” refugiando se em fantasias de grandeza,
achando que com o jogo vai resolver todos os problemas. Existe uma compulsividade á volta deste comportamento. É verdade que nem todas as pessoas que jogam existe essa compulsividade, sabendo algumas delas parar no momento em que estão a perder.
As associações de jogadores anónimos dão um excelente contributo para que o adito deixe de jogar; existem taxas de sucesso muito grandes nestas associações o que significa que na maior parte dos casos basta assiduidade e ouvir as histórias como que em espelho para que de uma forma sistemática o jogador pare de se arruinar
achando que com o jogo vai resolver todos os problemas. Existe uma compulsividade á volta deste comportamento. É verdade que nem todas as pessoas que jogam existe essa compulsividade, sabendo algumas delas parar no momento em que estão a perder.
As associações de jogadores anónimos dão um excelente contributo para que o adito deixe de jogar; existem taxas de sucesso muito grandes nestas associações o que significa que na maior parte dos casos basta assiduidade e ouvir as histórias como que em espelho para que de uma forma sistemática o jogador pare de se arruinar
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
Avalie se é jogador patológico?
AS VINTE PERGUNTAS:
1. Você já perdeu horas de trabalho ou da escola devido ao jogo?
2. Alguma vez o jogo já causou infelicidade na sua vida familiar?
3. O jogo afectou a sua reputação?
4. Você já sentiu remorso após jogar?
5. Alguma vez jogou para obter dinheiro para pagar dívidas ou então resolver dificuldades financeiras?
6. O jogo causou uma diminuição na sua ambição ou eficiência?
7. Após ter perdido você se sentiu como se necessitasse voltar o mais cedo possível e recuperar as suas perdas?
8. Após um ganho sentiu uma forte vontade de voltar e ganhar mais?
9. Você geralmente jogava até ao seu último cêntimo ?
10. Você já pediu dinheiro emprestado para financiar o jogo?
11. Alguma vez vendeu alguma coisa para financiar o jogo?
12. Você já esteve relutante em usar o “dinheiro de jogo” para as despesas normais?
13. O jogo tornou-o descuidado com o seu bem estar e o de sua família?
14. Alguma vez você já jogou por mais tempo do que planeava?
15. Alguma vez você já jogou para fugir de preocupações ou problemas?
16. Alguma vez você já cometeu, ou pensou em cometer um acto ilegal para financiar o jogo?
17. O jogo fez com que você tivesse dificuldades em dormir?
18. As discussões, desapontamentos ou frustrações fizeram com que você tivesse vontade de jogar?
19. Alguma vez você já teve vontade de celebrar alguma boa sorte com algumas horas de jogo?
20. Alguma vez você já pensou em se auto-destruir como resultado de seu jogo?
Se 8 ou mais respostas positivas significa que tem adicção ao jogo.
Escala retirada de “Jogadores Anónimos” e validada “cientificamente” como instrumento diagnóstico para definição de jogado compulsivo.
1. Você já perdeu horas de trabalho ou da escola devido ao jogo?
2. Alguma vez o jogo já causou infelicidade na sua vida familiar?
3. O jogo afectou a sua reputação?
4. Você já sentiu remorso após jogar?
5. Alguma vez jogou para obter dinheiro para pagar dívidas ou então resolver dificuldades financeiras?
6. O jogo causou uma diminuição na sua ambição ou eficiência?
7. Após ter perdido você se sentiu como se necessitasse voltar o mais cedo possível e recuperar as suas perdas?
8. Após um ganho sentiu uma forte vontade de voltar e ganhar mais?
9. Você geralmente jogava até ao seu último cêntimo ?
10. Você já pediu dinheiro emprestado para financiar o jogo?
11. Alguma vez vendeu alguma coisa para financiar o jogo?
12. Você já esteve relutante em usar o “dinheiro de jogo” para as despesas normais?
13. O jogo tornou-o descuidado com o seu bem estar e o de sua família?
14. Alguma vez você já jogou por mais tempo do que planeava?
15. Alguma vez você já jogou para fugir de preocupações ou problemas?
16. Alguma vez você já cometeu, ou pensou em cometer um acto ilegal para financiar o jogo?
17. O jogo fez com que você tivesse dificuldades em dormir?
18. As discussões, desapontamentos ou frustrações fizeram com que você tivesse vontade de jogar?
19. Alguma vez você já teve vontade de celebrar alguma boa sorte com algumas horas de jogo?
20. Alguma vez você já pensou em se auto-destruir como resultado de seu jogo?
Se 8 ou mais respostas positivas significa que tem adicção ao jogo.
Escala retirada de “Jogadores Anónimos” e validada “cientificamente” como instrumento diagnóstico para definição de jogado compulsivo.
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