sábado, 27 de fevereiro de 2010
A loucura das compras
Centenas e centenas de pessoas esperavam a abertura da loja para fazerem as suas compras de Natal. É simplesmente de doidos!
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Opinião pessoal sobre jogos
No meu ponto de vista existem três tipos de jogadores:
- A maior parte da comunidade de jogadores são designados de viciados, em que ao perderem tentam sempre recuperar o dinheiro perdido, ou sejoa, vão perdendo mais e maisl.
- Um terço da comunidade, sabe-se controlar, querendo mesmo transformar a vida de jogador numa vida profissional, investindo então nessa vida com precauções, organizando-se económicamente e controlando as suas emoções.
-Os restantes devido a problemas pessoais, tentam afugar as suas mágoas no jogo, compensado essas más emoções com adrenalina e uma possível felicidade.
- A maior parte da comunidade de jogadores são designados de viciados, em que ao perderem tentam sempre recuperar o dinheiro perdido, ou sejoa, vão perdendo mais e maisl.
- Um terço da comunidade, sabe-se controlar, querendo mesmo transformar a vida de jogador numa vida profissional, investindo então nessa vida com precauções, organizando-se económicamente e controlando as suas emoções.
-Os restantes devido a problemas pessoais, tentam afugar as suas mágoas no jogo, compensado essas más emoções com adrenalina e uma possível felicidade.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Reportagem sic
A febre do Póquer, reveja a Grande Reportagem SIC
É um fenómeno que cresce de dia para dia em Portugal e no Mundo. Estima-se que cerca de 150 mil portugueses joguem póquer com regularidade. Há cada vez mais jogadores que estão a deixar os estudos ou os empregos para se dedicarem ao póquer. Nas universidades ou nos serões entre amigos, o póquer tomou conta das horas que antes eram dedicadas à sueca.(de salientar a presença de Pedro Hubert)
É um fenómeno que cresce de dia para dia em Portugal e no Mundo. Estima-se que cerca de 150 mil portugueses joguem póquer com regularidade. Há cada vez mais jogadores que estão a deixar os estudos ou os empregos para se dedicarem ao póquer. Nas universidades ou nos serões entre amigos, o póquer tomou conta das horas que antes eram dedicadas à sueca.(de salientar a presença de Pedro Hubert)
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Jornalismo Porto Net
Jogadores patológicos registam alta taxa de suicídio
As slot machines são a principal causa do aumento do número de jogadores patológicos. Especialistas criticam ausência de limites na Internet.
O fenómeno das apostas através da Internet veio trazer outra dimensão aos problemas ligados à dependência do jogo. Com ela surgiram novos apostadores e um número superior de possibilidades de apostas, que vão desde o futebol à política, passando pelas tradicionais slot machines.
A crescente popularidade dos jogos on-line deve-se ao facto de estarem disponíveis 24 horas por dia e por garantirem o anonimato dos jogadores. Pedro Hubert, psicólogo e especialista em dependência do jogo, confessa que “não há muitas formas de prevenir o jogo na Internet”, mas uma das soluções passaria por “pedir aos casinos on-line que limitassem o tempo e o dinheiro dos participantes”.
Em Portugal, não existem estruturas públicas que prestem apoio a jogadores compulsivos, porque o vício do jogo não é considerado uma doença. Pedro Hubert alerta para a necessidade de “aumentar o debate público”. A única entidade que lida com o problema, Jogo Responsável, vai ser criada oficialmente esta quinta-feira e vai surgir como um portal na internet.
O site Jogo Responsável tem como objectivos “informar, prevenir e atender as pessoas já viciadas no jogo e encaminhá-las para grupos como os Jogadores Anónimos, além de fazer com que o Estado português reconheça a ludopatia como uma doençadoença", afirma Luís Rebordão, impulsionador do projecto. O responsável conta que “tudo começou há dez anos” e que conhece bem a problemática porque já foi croupier do casino Estoril.
Luís Rebordão critica alguns parâmetros da última alteração à lei do jogo, que “não obriga o cidadão a mostrar a sua identificaçãoidentificação à porta dos casinos”, e revela que o grande perigo é “não dificultarem a entrada de miúdos, que vão ver os espectáculos, nas salas mistas dos casinos”.
Pedro Hubert, colaborador do Jogo Responsável, não aprova o facto de as pessoas poderem levantar “a quantia que quiserem nos estabelecimento de jogo”, e considera este um factor directamente proporcional ao aumento do número de dependentes do jogo. Luís Rebordão alerta para a necessidade de "haver dentro dos casinos medidas de protecção aos consumidoresmedidas de protecção aos consumidores", que passariam pela formação dos profissionais.
O especialista em dependência do jogo salienta que “este é um problema que mata” e que “há uma grande taxa de suicídio nos jogadores patológicos, que pode ir dos 15 aos 20%”.
O perfil do jogador patológico
Um jogador compulsivojogador compulsivo é uma pessoa “ausente”, que deixa de comparecer aos compromissos sociais e que possuiu um elevado grau de “irritabilidade, intolerância, obsessão, impulsividade e narcisismo”. Um jogador torna-se patológico quando “as apostas têm de ser cada vez mais elevadas para terem o mesmo efeito de prazer” e quando existe “ressaca” na ausência do jogo.
Pedro Hubert defende a “cedência de uma parte dos lucros dos estabelecimentos de jogo para financiar projectos de apoio aos jogadores patológicos”, como acontece, por exemplo, no Canadá. O especialista salienta a importância da discussão pública, para “prevenir atitudes depressivas por parte dos jogadores e fenómenos emergentes como o jogo de póquer a dinheiro em estabelecimentos de ensino”.
As slot machines são a principal causa do aumento do número de jogadores patológicos. Especialistas criticam ausência de limites na Internet.
O fenómeno das apostas através da Internet veio trazer outra dimensão aos problemas ligados à dependência do jogo. Com ela surgiram novos apostadores e um número superior de possibilidades de apostas, que vão desde o futebol à política, passando pelas tradicionais slot machines.
A crescente popularidade dos jogos on-line deve-se ao facto de estarem disponíveis 24 horas por dia e por garantirem o anonimato dos jogadores. Pedro Hubert, psicólogo e especialista em dependência do jogo, confessa que “não há muitas formas de prevenir o jogo na Internet”, mas uma das soluções passaria por “pedir aos casinos on-line que limitassem o tempo e o dinheiro dos participantes”.
Em Portugal, não existem estruturas públicas que prestem apoio a jogadores compulsivos, porque o vício do jogo não é considerado uma doença. Pedro Hubert alerta para a necessidade de “aumentar o debate público”. A única entidade que lida com o problema, Jogo Responsável, vai ser criada oficialmente esta quinta-feira e vai surgir como um portal na internet.
O site Jogo Responsável tem como objectivos “informar, prevenir e atender as pessoas já viciadas no jogo e encaminhá-las para grupos como os Jogadores Anónimos, além de fazer com que o Estado português reconheça a ludopatia como uma doençadoença", afirma Luís Rebordão, impulsionador do projecto. O responsável conta que “tudo começou há dez anos” e que conhece bem a problemática porque já foi croupier do casino Estoril.
Luís Rebordão critica alguns parâmetros da última alteração à lei do jogo, que “não obriga o cidadão a mostrar a sua identificaçãoidentificação à porta dos casinos”, e revela que o grande perigo é “não dificultarem a entrada de miúdos, que vão ver os espectáculos, nas salas mistas dos casinos”.
Pedro Hubert, colaborador do Jogo Responsável, não aprova o facto de as pessoas poderem levantar “a quantia que quiserem nos estabelecimento de jogo”, e considera este um factor directamente proporcional ao aumento do número de dependentes do jogo. Luís Rebordão alerta para a necessidade de "haver dentro dos casinos medidas de protecção aos consumidoresmedidas de protecção aos consumidores", que passariam pela formação dos profissionais.
O especialista em dependência do jogo salienta que “este é um problema que mata” e que “há uma grande taxa de suicídio nos jogadores patológicos, que pode ir dos 15 aos 20%”.
O perfil do jogador patológico
Um jogador compulsivojogador compulsivo é uma pessoa “ausente”, que deixa de comparecer aos compromissos sociais e que possuiu um elevado grau de “irritabilidade, intolerância, obsessão, impulsividade e narcisismo”. Um jogador torna-se patológico quando “as apostas têm de ser cada vez mais elevadas para terem o mesmo efeito de prazer” e quando existe “ressaca” na ausência do jogo.
Pedro Hubert defende a “cedência de uma parte dos lucros dos estabelecimentos de jogo para financiar projectos de apoio aos jogadores patológicos”, como acontece, por exemplo, no Canadá. O especialista salienta a importância da discussão pública, para “prevenir atitudes depressivas por parte dos jogadores e fenómenos emergentes como o jogo de póquer a dinheiro em estabelecimentos de ensino”.
Co-dependência
Definições :
Ser companheiro na dependência. Pessoa que vive com base na outra. Pessoa que vive com adicto . Desenvolvimento de modelo de comportamento em relação à vida que não é saudável, em reacção contra os abusos por parte da outra pessoa. Reacção inapropiada aos comportamentos do outro.
Situação emocional , psicológica e comportamental que se desenvolve como consequência de uma exposição prolongada e de uma prática do indivíduo em relação a um conjunto de regras opressivas – regras que impedem a expressão franca de sentimentos bem como a discussão directa dos problemas pessoais ou interpessoais.
Uma pessoa codependente é aquela que deixou que o comportamento de outra pessoa a afectasse e que está obcecada com o controlo do comportamento dessa mesma pessoa. Processo de reacção em excesso ao outro.
Costuma-se dizer que o adicto tem o consumo ou tem recuperação ; e o marido fica com quê ? . Al-anon para quebrar desgoverno e centrarem-se em si próprios.
Regras proibidas na codependência :
Discutir os problemas , expressão franca dos pensamentos , comunicação directa e honesta , perspectivas realistas ( ser vulnerável, imperfeito ) , egocentrismo ( no sentido do Eu bem delimitado ) , confiar em si e nos outros , brincar e divertir-se ( ou demais ), promover condições de crescimento e mudança em si e no outro (seja marido, pai , irmão etc...) .
Actua tal como o alcoolismo , jogo, etc... ; sintomas e comportamentos idênticos. Doença incurável, progressiva e fatal. Pedir exemplo. No entanto foi a melhor resposta, a mais de adequada que naquela altura se encontrou ( em termos emocionais , mentais e físicos ) e que pareceu funcionar guardando-se assim a técnica/estratégia e repetindo-a num padrão repetitivo que deixou de funcionar ou funciona de forma pouco saudável.
Características dos codependentes :
Muitas vezes funciona em ambos sentidos.
Tomar conta : ser responsáveis por outros , compelidos a ajudar , a sentir por outros , dizer que sim em vez de não , mais depressa revoltados por injustiças feitas a outros que a si próprios ( valem pouco ), inseguros e culpados quando lhes dão, atracção por pessoas com dificuldades , empenhar-se demais , os outros os enlouquecem , usados etc...
Pouca estima por si próprios : fragilizados por virem de famílias disfuncionais e muitas vezes vítimas de abusos ( não assumido ), culpam-se por acontecimentos alheios , afligem-se por potros e ficam irados se confrontados/criticados com isso , rejeitam louvores e ficam inseguros deprimidos se os têm , sentem-se culpados, rejeitados, vítimas, incapazes, medo de falhar, envergonhados, e diferentes , desejar coisas boas mas que estas nunca virão e que os outros gostassem deles mas isso é impossível .
Repressão : rígidos e controlados , tentam não Ter consciência dos seus pensamentos e sentimentos por medo e culpa , receosos se permitirem serem o que são, ( foi por culpa dela....se penso assim ela não vai gostar ...) .
Obsessão : ansiosos e preocupados com os outros e aspectos absurdos ( detalhes ) , focados nos outros a ponto de dormir mal e alterar por completo sua vida, centrar toda energia no outro e ficar exausto , vazio. Nunca acabarem as coisas.
Controlar : tentam mudar impedir comportamentos/usos do outro até exaustão , frustração , medo serem desleais , medo de perder o controlo (ilusório) com estratégias de manipulação , vitimização , culpa, coacção etc...Sabem o melhor para os outros,
Negação : ignorar problemas ou fingir que não estão acontecer , minimizar circunstâncias , esperança irreal , acreditar em todas as mentiras, viver muito ocupado para não sentir ( workaholic , comida) , tranquilizantes, confusão , admirarem-se por ficarem loucos.
Dependência : sem paz e satisfação com eles próprios , procuram felicidade no outro e agarram até à última a isso , perda do outro é inconcebível , não gostam de si próprios , procura desesperada de amor e aprovação , compulsivos e precipitados na escolha do outro , perdem interesse na suas vidas em prol da dos outros , sentem-se incapazes de funcionar sozinhos , mantêm relações que não funcionam , toleram abusos e investem na impossibilidade , repetem padrões comportamento ( insanidade ) .
Comunicação deficiente : culpam, ameaçam, imploram, subornam, aconselham, não dizem o que pensam , levam-se ou nada ou muito a sério, agradadores ou provocadores , falam demais e não utilizam “ não” , dificuldade em reivindicar os seus direitos , cínicos e degradantes para eles próprios , pedem muitas desculpas.
Limites ténues : ameaçam mas não cumprem , aumentam fronteira da tolerância até se submeterem a tudo, admiram-se de serem tão magoados e abusados, frustração e ira permanente .
Falta de confiança : não confiam em si mesmos, nos seus sentimentos, decisões, nos outros, em Deus e confiam em quem não devem.
Ira : medo, magoados e irados como seus pares, medo da sua ira , se amostro os outros fogem , reprimem sua ira e sentem-se controlados por ira dos outros , ataques de mau génio , castigam , culpam-se envergonham-se , com a ira disfarçam sentimentos verdadeiros.
Problemas sexuais : responsabilizam-se por outros na cama , vão quando não querem, tentam Ter relações quando zangados e resolver lá os problemas , ou recusam Ter prazer, medo de pedir o que querem e de perder o controlo , afastam-se emocionalmente ou repulsa por par, não falam sobre isso, só uma posição e admiram-se de não o apreciarem, razões para se absterem, fantasias sobre outros, planeiam e por vezes têm.
Miscelânea : serem extremamente irresponsáveis ou responsáveis , mártires ( desnecessariamente ), dificuldade em estarem próximos , divertirem-se , passivos ou ira em excesso , vergonhas, encobrimentos e minimizar.
Progressivo : na fase mais adiantada vão sentir-se letárgicos , deprimidos , isolados , violentos , suicidas, perda de estrutura , sem esperança , abandonarem responsabilidades, filhos ou abusarem deles , disturbios reais físicos, emocionais, mentais, de ordem alimentar álcool etc..
CO-DEPENDÊNCIA
Ser companheiro na dependência. Pessoa que vive com base na outra. Pessoa que vive com adicto . Desenvolvimento de modelo de comportamento em relação à vida que não é saudável, em reacção contra os abusos por parte da outra pessoa. Reacção inapropiada aos comportamentos do outro.
Situação emocional , psicológica e comportamental que se desenvolve como consequência de uma exposição prolongada e de uma prática do indivíduo em relação a um conjunto de regras opressivas – regras que impedem a expressão franca de sentimentos bem como a discussão directa dos problemas pessoais ou interpessoais.
Uma pessoa codependente é aquela que deixou que o comportamento de outra pessoa a afectasse e que está obcecada com o controlo do comportamento dessa mesma pessoa. Processo de reacção em excesso ao outro.
Costuma-se dizer que o adicto tem o consumo ou tem recuperação ; e o marido fica com quê ? . Al-anon para quebrar desgoverno e centrarem-se em si próprios.
Regras proibidas na codependência :
Discutir os problemas , expressão franca dos pensamentos , comunicação directa e honesta , perspectivas realistas ( ser vulnerável, imperfeito ) , egocentrismo ( no sentido do Eu bem delimitado ) , confiar em si e nos outros , brincar e divertir-se ( ou demais ), promover condições de crescimento e mudança em si e no outro (seja marido, pai , irmão etc...) .
Actua tal como o alcoolismo , jogo, etc... ; sintomas e comportamentos idênticos. Doença incurável, progressiva e fatal. Pedir exemplo. No entanto foi a melhor resposta, a mais de adequada que naquela altura se encontrou ( em termos emocionais , mentais e físicos ) e que pareceu funcionar guardando-se assim a técnica/estratégia e repetindo-a num padrão repetitivo que deixou de funcionar ou funciona de forma pouco saudável.
Características dos codependentes :
Muitas vezes funciona em ambos sentidos.
Tomar conta : ser responsáveis por outros , compelidos a ajudar , a sentir por outros , dizer que sim em vez de não , mais depressa revoltados por injustiças feitas a outros que a si próprios ( valem pouco ), inseguros e culpados quando lhes dão, atracção por pessoas com dificuldades , empenhar-se demais , os outros os enlouquecem , usados etc...
Pouca estima por si próprios : fragilizados por virem de famílias disfuncionais e muitas vezes vítimas de abusos ( não assumido ), culpam-se por acontecimentos alheios , afligem-se por potros e ficam irados se confrontados/criticados com isso , rejeitam louvores e ficam inseguros deprimidos se os têm , sentem-se culpados, rejeitados, vítimas, incapazes, medo de falhar, envergonhados, e diferentes , desejar coisas boas mas que estas nunca virão e que os outros gostassem deles mas isso é impossível .
Repressão : rígidos e controlados , tentam não Ter consciência dos seus pensamentos e sentimentos por medo e culpa , receosos se permitirem serem o que são, ( foi por culpa dela....se penso assim ela não vai gostar ...) .
Obsessão : ansiosos e preocupados com os outros e aspectos absurdos ( detalhes ) , focados nos outros a ponto de dormir mal e alterar por completo sua vida, centrar toda energia no outro e ficar exausto , vazio. Nunca acabarem as coisas.
Controlar : tentam mudar impedir comportamentos/usos do outro até exaustão , frustração , medo serem desleais , medo de perder o controlo (ilusório) com estratégias de manipulação , vitimização , culpa, coacção etc...Sabem o melhor para os outros,
Negação : ignorar problemas ou fingir que não estão acontecer , minimizar circunstâncias , esperança irreal , acreditar em todas as mentiras, viver muito ocupado para não sentir ( workaholic , comida) , tranquilizantes, confusão , admirarem-se por ficarem loucos.
Dependência : sem paz e satisfação com eles próprios , procuram felicidade no outro e agarram até à última a isso , perda do outro é inconcebível , não gostam de si próprios , procura desesperada de amor e aprovação , compulsivos e precipitados na escolha do outro , perdem interesse na suas vidas em prol da dos outros , sentem-se incapazes de funcionar sozinhos , mantêm relações que não funcionam , toleram abusos e investem na impossibilidade , repetem padrões comportamento ( insanidade ) .
Comunicação deficiente : culpam, ameaçam, imploram, subornam, aconselham, não dizem o que pensam , levam-se ou nada ou muito a sério, agradadores ou provocadores , falam demais e não utilizam “ não” , dificuldade em reivindicar os seus direitos , cínicos e degradantes para eles próprios , pedem muitas desculpas.
Limites ténues : ameaçam mas não cumprem , aumentam fronteira da tolerância até se submeterem a tudo, admiram-se de serem tão magoados e abusados, frustração e ira permanente .
Falta de confiança : não confiam em si mesmos, nos seus sentimentos, decisões, nos outros, em Deus e confiam em quem não devem.
Ira : medo, magoados e irados como seus pares, medo da sua ira , se amostro os outros fogem , reprimem sua ira e sentem-se controlados por ira dos outros , ataques de mau génio , castigam , culpam-se envergonham-se , com a ira disfarçam sentimentos verdadeiros.
Problemas sexuais : responsabilizam-se por outros na cama , vão quando não querem, tentam Ter relações quando zangados e resolver lá os problemas , ou recusam Ter prazer, medo de pedir o que querem e de perder o controlo , afastam-se emocionalmente ou repulsa por par, não falam sobre isso, só uma posição e admiram-se de não o apreciarem, razões para se absterem, fantasias sobre outros, planeiam e por vezes têm.
Miscelânea : serem extremamente irresponsáveis ou responsáveis , mártires ( desnecessariamente ), dificuldade em estarem próximos , divertirem-se , passivos ou ira em excesso , vergonhas, encobrimentos e minimizar.
Progressivo : na fase mais adiantada vão sentir-se letárgicos , deprimidos , isolados , violentos , suicidas, perda de estrutura , sem esperança , abandonarem responsabilidades, filhos ou abusarem deles , disturbios reais físicos, emocionais, mentais, de ordem alimentar álcool etc..
CO-DEPENDÊNCIA
Jogo online
“Uma adicção dentro de uma adicção”.
O Jogo on-line é uma recente forma de jogar que acompanha a evolução da globalização. Hoje em dia, pode-se jogar pelo telefone, televisão e claro pela internet em plena confidencialidade, privacidade e “liberdade”.
Não são apenas os jogadores patológicos que jogam on-line, mas sim um vasto e variado segmento da população entre o qual se encontram os idosos e os jovens, sobre os quais é díficil exercer qualquer tipo de controlo. Nos USA o perfil do jogador on-line caracteriza-se por ter uma média de idade de 30 anos, solteiro, com licenciatura ou mais formação e ter uma relativa disponibilidade financeira. As mulheres que tradicionalmente se dedicavam muito menos ao jogo, surgem agora a querer equilibrar forças com os homens.
Em 2004 havia 15% de mulheres com problemas de jogo patológico a incidir Poker on-line, tendo esse número subido para 30% em 2007, sendo ainda este grupo identificado com características de agressividade, (H. Bowden-Jones, 2005). Poderia identificar-se neste caso um padrão idêntico ao das mulheres que têm problemas de álcool, bebendo-o em casa e enfrentando todos os seus sentimentos na “companhia solitária” do líquido alienante.
Sabemos hoje que o jogo tem essa dupla função de alhear, de alienar, de mudar de realidade, mas também de servir de gatilho para a necessidade de desafio, de estímulo, de “jogo de poder” que os adictos a este comportamento possuem. Estas duas facetas de uma mesma personalidade, aparentemente contraditórias, obtêm um terreno fértil para crescer no jogo on-line.
Existem diversos atractivos suplementares para optar pelo jogo on-line, começando pela disponibilidade de serviços que são de 24 horas por dia durante todo ano. O acesso é fácil e sem controlo, pois pode-se jogar a partir de casa, dum cybercafé, da casa de um amigo, do local de trabalho com qualquer cartão de crédito.
A confidencialidade é garantida por quem presta o serviço e é fácil estar a jogar sem que ninguém em redor se aperceba. O jogador está assim duplamente “protegido” no que diz respeito ao manter oculta a sua actividade. Se optar por jogos menos solitários, existem competições e campeonatos para todos os gostos, mas com especial incidência no Poker, podendo até aumentar a interactividade nos “chatrooms” especialmente criados para o efeito.
VICIO ONLINE
O Jogo on-line é uma recente forma de jogar que acompanha a evolução da globalização. Hoje em dia, pode-se jogar pelo telefone, televisão e claro pela internet em plena confidencialidade, privacidade e “liberdade”.
Não são apenas os jogadores patológicos que jogam on-line, mas sim um vasto e variado segmento da população entre o qual se encontram os idosos e os jovens, sobre os quais é díficil exercer qualquer tipo de controlo. Nos USA o perfil do jogador on-line caracteriza-se por ter uma média de idade de 30 anos, solteiro, com licenciatura ou mais formação e ter uma relativa disponibilidade financeira. As mulheres que tradicionalmente se dedicavam muito menos ao jogo, surgem agora a querer equilibrar forças com os homens.
Em 2004 havia 15% de mulheres com problemas de jogo patológico a incidir Poker on-line, tendo esse número subido para 30% em 2007, sendo ainda este grupo identificado com características de agressividade, (H. Bowden-Jones, 2005). Poderia identificar-se neste caso um padrão idêntico ao das mulheres que têm problemas de álcool, bebendo-o em casa e enfrentando todos os seus sentimentos na “companhia solitária” do líquido alienante.
Sabemos hoje que o jogo tem essa dupla função de alhear, de alienar, de mudar de realidade, mas também de servir de gatilho para a necessidade de desafio, de estímulo, de “jogo de poder” que os adictos a este comportamento possuem. Estas duas facetas de uma mesma personalidade, aparentemente contraditórias, obtêm um terreno fértil para crescer no jogo on-line.
Existem diversos atractivos suplementares para optar pelo jogo on-line, começando pela disponibilidade de serviços que são de 24 horas por dia durante todo ano. O acesso é fácil e sem controlo, pois pode-se jogar a partir de casa, dum cybercafé, da casa de um amigo, do local de trabalho com qualquer cartão de crédito.
A confidencialidade é garantida por quem presta o serviço e é fácil estar a jogar sem que ninguém em redor se aperceba. O jogador está assim duplamente “protegido” no que diz respeito ao manter oculta a sua actividade. Se optar por jogos menos solitários, existem competições e campeonatos para todos os gostos, mas com especial incidência no Poker, podendo até aumentar a interactividade nos “chatrooms” especialmente criados para o efeito.
VICIO ONLINE
Subscrever:
Mensagens (Atom)